A vox populi merece a informação ilibada
"Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." Jesus Cristo
REGISTROS MEMORÁVEIS DA CIÊNCIA CRISTÃ NA MÍDIA NACIONAL

Publicado em 26/01/2002 - Na Folha de São Paulo - Ilustrada - Coluna de Mônica Bergamo

"Com mais de 10 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, já está à venda nas principais livrarias de São Paulo o livro "Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras", da escritora americana Mary Baker Eddy. "



REVISTA VENCER
Edição 40
Janeiro 2003

A renomada Revista Vencer, a primeira revista especializada em desenvolvimento humano no Brasil, com foco na carreira profissional, publicou em janeiro de 2003, um artigo intitulado como matéria de capa: "PARA DESENVOLVER A INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL" que faz uma referência interessante à inteligência divina, como sendo um meio prático de aplicar a Ciência Cristã para solucionar problemas do cotidiano, como nesta referência do texto do artigo:
"O sistema científico de cura de Mary está reproduzido no livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, em que se desvenda a espiritualidade prática, que pode ser utilizada e incorporada por qualquer pessoa, independente de sua profissão, idade ou até mesmo religião."
Leia integra do artigo no próprio site da revista: http://www.vencer.com.br/materiaCompleta.php?id=361

Excerto do Artigo do Jornal da Universidade - Mantido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Publicado na edição de maio de 2003
Número 62 - ano V
O tema desta edição foi: A PAZ
Título do Artiigo: A Busca pelo Entendimento
Reportagem de Jacira Cabral da Silveira

"Deus perfeito e homem perfeito, essa é a base do pensamento e da demonstração para os estudantes de Ciência Cristã. Segundo o assistente regional de divulgação da Ciência Cristã no Rio Grande do Sul, Ovídio Trentini, Jesus Cristo deu ferramentas valiosas para que o homem possa sanar seus conflitos interiores e viver em paz. Sentimentos como inveja, ciúme e mesmo a intranqüilidade experimentada ante as notícias de violência e guerra, podem ser contrapostos ao fato de que o mal não pode desfazer a presença de Deus. “Quando vemos imagens ruins na TV, a tendência é pensar que o bem não está presente, só o mal. Mas ninguém pode ser arrancado da presença divina.”
Conforme Trentini, esse tipo de pensamento dava a Jesus condições de agir sobre as circunstâncias desfavoráveis. Essa capacitação espiritual na consciência do indivíduo lhe dá condições de demonstrar a presença do bem. O assistente recorda a tranqüilidade com que Jesus enfrentou uma tempestade no Mar da Galileia. Ele permanecia dormindo enquanto os demais tripulantes do barco ficavam agitados e com medo. Assustados, foram acordá-lo: “Onde anda a fé de vocês?”, perguntou Jesus. Então, ele apaziguou a tempestade. Num enfoque metafísico, “quando o pensamento está harmonizado não aceita o que não procede de Deus”, afirma Trentini.
....
Na mesma direção, com vistas a colaborar para a filtragem do que as pessoas ouvem e vêem diariamente, os cientistas cristãos alertam para a necessidade de uma atitude mental ágil e defensiva: “Os pensamentos e propósitos maus não tem maior alcance, nem fazem maior dano, do que nossa crença permite. Os maus pensamentos, a cobiça e os propósitos maliciosos não podem ir, como pólen errante, de uma para outra mente humana e ali achar alojamento sem despertar suspeitas, se a virtude e a verdade formam forte defesa”, escreve a autora do livro básico da Ciência Cristã, Mary Baker Eddy. "

Para ler todo o artigo no acervo digital do Jornal da Universidade: http://www.ufrgs.br/jornal/maio2003/pag15.html


Réplica da RI publicada na Seção Cartas da Revista Veja de Janeiro de 2004

Com referência ao artigo "A terapia da prece" (24 de dezembro), estranhamos e lamentamos o destaque sob o título "Quando a fé mata". Esse destaque não retrata os fatos completos acerca da Ciência Cristã, mas apenas uma visão parcial e injusta. O livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de autoria de Mary Baker Eddy, está em circulação há 128 anos, com mais de 10 milhões de exemplares vendidos. Diversos testemunhos de cura cuidadosamente confirmados são publicados em O Arauto, revista mensal da Ciência Cristã que circula ininterruptamente desde 1903, em doze idiomas, inclusive português, portanto 100 anos de curas relatadas. Na Ciência Cristã não existem pastores, como em outras denominações religiosas. Cada estudante da Ciência Cristã é livre para escolher para si, e para seus filhos, o método de tratamento que considerar mais eficaz. Orlando Trentini, C.S.B.
Relações Institucionais da Ciência Cristã
Por e-mail
Fonte: http://veja.abril.com.br/140104/cartas.html

Matéria Veiculada em 18/1/2006

The Christian Science Monitor: “Jornais brasileiros ganham a confiança do público”

Esta foi a manchete elaborada pela Redação do Portal Imprensa. O texto abaixo foi elaborado por Denise Moraes:

"Em matéria publicada na edição de ontem, o jornal de Boston, The Christian Science Monitor, avaliou positivamente o papel da imprensa no país.
O jornalista Andrew Downie, correspondente do jornal no Rio de Janeiro, cita uma pesquisa do Ibope que demonstra que 63% dos brasileiros confiam nos jornais do país, os quais, em termos de credibilidade, só perdem para os médicos, a igreja católica e os militares.
Downie enfatiza o contraste das situações vividas pela imprensa mundial e brasileira: “Enquanto jornalistas e editores em vários países perdem prestígio e respeito, os escribas do quarto poder no Brasil são mantidos em estima cada vez maior".
A matéria ainda aborda o outro lado: a leitura de jornais não é uma constante no país. “A penas uma pequena porcentagem dos brasileiros lê jornais, mas eles tendem a pertencer à elite e aos formadores de opinião”, diz o texto."
Clique aqui para ler a reportagem (em inglês) no site do jornal The Christian Science Monitor.



Matéria Veiculada em 01/4/2006

Notícia sobre a libertação da correspondente do Monitor sequestrada no Iraque: Jill Carroll

Título: "Jornalista diz que foi obrigada a falar bem de seqüestradores no Iraque"

Clique no link da notícia na Folha On Line: Leia diretamente na página do Jornal Folha de São Paulo on line.



Favelas cariocas ganham espaços favoráveis na imprensa americana
Agência Rio - RJ - 06/02/07

Para o conservador e algumas vezes sisudo Christian Science Monitor, turistas procuram nossas favelas em busca de "autenticidade". Reportagem do correspondente Andrew Downie, publicada nesta terça-feira mostra o carinho dos estrangeiros pelas favelas do Rio de Janeiro, as quais a publicação classifica como "interessante" e "romântica".

Segundo o texto, a visão dos brasileiros das favelas como um lugar sujo, violento e assutador não é compartilhada pelos estrangeiros que visitam a cidade e acabam morando nos morros cariocas.O jornal abre o texto citando o jornalista inglês Bob Nadkardi, que mora em um morro do Catete onde uma vez por mês promove uma concorrida jam session.

O correspondente do jornal norte-americano deixa claro que o local não é frequentado por brasileiros, mas preferencialmente por estrangeiros de passagem pelo Rio, atraídos pela música e pela vista. O jornal entrevistou um dono de uma companhia de turismo que guia estrangeiros em passeios pelas favelas. Na opinião dele, " os estrangeiros são mais abertos" para as favelas, e "desenvolvem uma relação "romântica" com elas. O texto do jornal ainda atribui o distanciamento da população do asfalto como uma "falta de desejo da classe média e da elite de conhecer mais sobre o lugar e as pessoas que vivem nele".

Segundo a publicação é exatamente essa curiosidade despertada nos estrengeiros. O antropólogo Hermano Vianna embasou o argumento, classificando as favelas como uma "Disney" brasileira para os turistas. "Eles estão procurando autenticidade cultural", afirmou Vianna. O Christian Science Monitor lembra que nada nos encontros promovidos por Nadkardi lembra uma "Disney".

Bob Nadkardi's, um inglês que vive na favela Tavares Bastos e fez de sua casa um galeria de arte e um lugar para eventos, e mantém uma pousada estilo "bed and breakfast"  afirma ao Christian Science Monitor que os gringos não temem as favelas, e que os brasileiros vestem o medo como uma medalha. "Eles cultivam o medo e o desgosto porque isso os faz se sentirem melhor", avalia.

O autor da matéria, um escoês correspondente do jornal norte-americano afirma que "poucos brasileiros vêm interesse nas favelas: "eles não têm desejo de ver ou aprender, ainda que 1 em cada cinco habitantes do Rio morem em favelas, essas comunidades despertam pouco interesse e são razão de desafio ou medo para as elite e a classe média".O jornal não deixa de registrar que "algumas, se não muitas, são controladas por gangues ligadas às drogas poderosamente armadas com granadas, baucas e até mísseis".

O jornalista cita a música funk que aos poucos vai tomando o lugar do samba nas comunidades faveladas, principalmente entre os mais jovens.

Entrevistando um norte-americano, Michael Allett que foi morar na Rocinha há dois anos, registra que ele frequentemente cruza com membros de gangues fortemente armados. Allet afirma: "Eu me sinto mais seguro aqui do que em Copacabana".

"Aqui eu vou para a praça e converso com as pessoas", diz Max Eichhorn, um músico aposentado que saiu da Alemanha para morar na Rocinha no ano 2000. "Conheço cada um pelo nome e se chego num bar e digo que esqueci o dinheiro, está tudo bem. Eles confiam em mim. Eu amo esta liberdade que encontrei aqui", conclui.

Leia a reportagem completa diretamente de 2 páginas do Monitor de 06/02/07: The pulse of Rio de Janeiro's slums luring foreign guests

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